terça-feira, 27 de agosto de 2013

SCP

Movi as minhas influências e, apesar de não ter um tusto, já aluguei o Marquês pró próximo fim de semana... é que da maneira como "andamos" a comemorar, se o Sporting ganha por mais uma cabazada, vai ser o desvario já à terceira jornada! Afinal, temos de aproveitar enquanto é verão e o sol ainda dura.
 
Maga PatoLógica
 
P.S.: Olha, estão ali a dizer-me que o Sporting vai jogar com o Benfica. Assim sendo, e uma vez que parece que o Jesus ressuscitou à 2ª Jornada, acho que me percipitei.
 
P.P.S.: Por outro lado, se ganharmos por uma cabazada ao Benfica, é melhor alugar também a rotunda da Boavista. Vou ali informar-me se fazem saldos de início de época e já venho.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

As continuações d'Os Maias

Não sei se me apetece ler estas continuações que estão a provocar um fuzué danado. Há coisas na vida que são intocáveis e "Os Maias" pertence a esse grupo.
Mas, confesso, que estou um bocadinho curiosa...


Hermenegilda Forquilha

terça-feira, 20 de agosto de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Gaiola Dourada...

...ou a maneira de tratar de um assunto muito sério de uma forma que soube levar muitos milhares de pessoas ao cinema.
Ficou provado que não é preciso fazer uma coisa pesadíssima e triste, para abordar um assunto que assim o é na maioria das vezes.
Levei o filme todo a lembrar-me dos meus pais, que não emigraram, mas têm exactamente o mesmo nome e faziam por cá exactamente aquilo que os personagens do filme foram fazer por lá. Revi na história e na maneira de ser daquele José e daquela Maria muito do que a minha Maria e o meu José foram durante uma vida inteira.
Ri-me muito ao ver este filme, mas também chorei quando me apercebi que, a brincar a brincar, se focou uma realidade que me toca profundamente. Tenho um irmão que emigrou há dois anos e meio para o outro lado do mundo e só este ano cá pôde voltar. Ao longo do filme foi-se-me entranhando um sentimento de tristeza, como se só naquele momento me apercebesse que era para sempre.
Por muito que se parta pensando que um dia se volta, raramente se volta... e quando se volta nunca se vem inteiro, há pedaços que vêm connosco, mas há outros que ficam lá longe. E quem cá fica também fica sempre incompleto.
 
Adorei o filme.
Maga PatoLógica

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Prince

E quem é que vai ver Prince com o alto patrocínio da sua mamãe querida? Heinhe?




Hermenegilda Forquilha

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Férias, essas piiiiiiii

Já almocei... já pus a maledicência e o meu mau feitio em dia... já tive vontade de chorar de cinco em cinco minutos desde que aqui cheguei às 9h30... já me esqueci das férias e já estou em modo rotina imbecilizante até ao Natal.
 
Venho assim decretar o fim das férias de verão. Das minhas, que as dos outros não me interessam.
 
Estou presa numa conversa de circunstância comigo própria. Na minha cabeça repete-se em loop a mesma lenga-lenga com que enchemos chouriços nos elevadores: "já estamos em Agosto, as férias já acabaram, não tarda acaba o verão, depois chega o Natal a correr, entra o novo ano mais o Carnaval e a Páscoa e num instante faço mais um aniversário, a minha filha também, chegam as férias e acabam num instante... o tempo passa a correr, estou velha!" ...e rabugenta.
 
Como diz a Mme. Min: "pró ano há mais". Buáááááá!!!
 
Vou ali enfronhar-me na minha rotininha mais um bocadinho e já venho!
 
Maga PatoLógica

domingo, 28 de julho de 2013

Férias

Andamos nós um ano inteiro a salivar pelas Férias Grandes, para elas voarem num ápice e no final das mesmas, precisarmos de tirar outras férias para recuperar das primeiras...
Mas não se preocupem, que para o ano há mais. huhu!!!!
Mme. Min Erva

Insignificância

Acabei de me dar conta da minha insignificância, na sua totalidade e magnitude, depois de ter sido totalmente ignorada pelas portas do Pingo Doce e quase me ter transformado num Martim Moniz da era moderna... Bolas, bolas, bolas....


Mme. Min Erva

quinta-feira, 27 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Mancha castanha no olho esquerdo, hummm!

Parece-me que o novo Super-Homem que por aí vem é bastante interessante:

O Sr. Henry Cavill foi muito bem escolhido:
 
A estética da fatiota está mais apelativa, mais modernizada, mais dark (tanto azul eléctrico era um desafio para os epilépticos), mas falta aqui uma coisa importantíssima, senhores!
Não podem andar anos e anos a fio a enfiar o Clark Kent numa cabine telefónica pró gajo sair de lá com as cuecas por cima das calças e agora tirarem-nos a oportunidade de vislumbrar um pouco da lângeri do Super-Homem.
Era isto que fazia dele o homem de aço... o tempo que levou a convencer o pessoal que não era por falta de espaço na cabine, que aquilo era mesmo assim... o treino psicológico intenso pra não varrer tudo à chapada quando gozavam com ele... o trabalhão que lhe deu fazer com que o Lex Luthor o levasse a sério... o que teve de dar à perna pra fugir das velhotas que lhe invejavam as cuecas de gola alta... a paciência com que gramou os eternos sermões do Jor-El, sempre a aparecer-lhe em sonhos: que não o tinha enviado à terra para fazer figuras tristes, que aquela moda era pior que os putos com as calças por baixo do rabo, antes andasse de brinco enorme de diamante em cada orelha, que tinha de dar o exemplo, que os terráqueos iam pensar que em Krypton as senhoras também usavam o sutiã por cima das blusas, beca, beca, beca, beca... tantos anos a fortalecer o carácter e agora fazem-lhe isto? Transformam-lhe o cuecame numa cena à laia de apoio lombar com um botão de reset!
Se era para acabar com o homem, mais valia espetarem-lhe o "ésse" na testa, assim em tons de verdinho kryptonite...
Maga PatoLógica

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Agora como dantes

Depois de ter sido obrigada a ler "Os Maias" numa outra vida, quando os "Carlos Eduardos" que me interessavam eram outros e ler aquilo foi uma seca maior que ouvir o Gaspar, resolvi dar-lhes uma segunda oportunidade e tentar perceber se nesta vida, tão diferente da outra, os olhos com que lia aquilo também eram outros.
Para minha surpresa, estou a gostar bastante, e o que mais gosto é de constatar que muito do que Eça de Queiroz escreveu é tão actual hoje como o era há 125 anos.
E então ontem, quando me deparei com esta passagem:
 
 
não pude deixar de me rir a bom rir.
Um século e um quarto depois não se fala noutra coisa: o regresso à terra.
Uma das soluções miraculosas para enfrentarmos a crise é sugerirem-nos ter uma horta na varanda, outra é mandarem-nos ir plantar batatas para outros países e deixarmos a terra por aqui em pousio.
Ou Eça era um homem muito à frente do seu tempo, ou o país não saiu da mesma cepa torta há pelo menos 125 anos.
Eu quero acreditar que o Eça é que era um profeta... o país, esse, já era bom e está cada vez melhor!
Maga PatoLógica

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sem comentários!!!!!

Quando uma mulher da minha geração, que só tem uma filha, logo também ela mulher, comenta a notícia da violação da miúda menor, em Odivelas, com um "não terá sido ela que provocou os miúdos?", o que é que se pode dizer sobre anos de tentativa de evoluir as mentalidades?
Maga PatoLógica
P.S.: Não, não é muçulmana, nem asiática, nem etc, é portuguesa, ocidental e, pior, trabalha na mesma sala que eu. ai... ai...

terça-feira, 18 de junho de 2013

A imaginar dragões...

...anda a minha filha a fazer quase desde que nasceu. Tem dragões para montar em plástico, tem dragões para montar em cartão, tem dragões para montar em Lego, tem dragões que já vêm montados, em suma, tem dragões de todas as formas e feitios e em todos os materiais.
Fala deles como se fossem uma espécie de bicheza real e não pertencente ao imaginário dela e de muitos como ela. Tem livros que falam de tudo sobre dragões: habitats, espécies, origens, etc. Sabe distinguir um Lung Chinês de um Europeu e de mais umas quantas raças com as quais se me farta de encher os ouvidos. A tudo vou dizendo que sim, mas às tantas já estou tão perdida como o outro no labirinto do Minotauro e sem fio de Ariadne que me valha.
Por tudo isto, não deixou de ser uma enorme coincidência que o primeiro concerto a que assistiu fosse o dos Imagine Dragons, que estiveram no Coliseu no passado dia 11.
Ainda não vos disse que a minha filha tem 14 anos e que não me "obrigou" a ir ver os One Direction ou o Justin Bieber. Não gosta muito (aleluia!). Gosta de Fun, dos acima citados, de Muse, de 30 Seconds to Mars, de Foo Fighters, de Pink, de Black Eyed Peas, de Lindsey Stirling, etc. Alguns também gosto, outros nem tanto, mas quero agradecer-lhe porque fui "obrigada" a ir ver uma banda que praticamente não conhecia, mas gostei bastante do concerto. Os "miúdos" são bons em palco e o concerto foi muito bom. E, melhor ainda, não tive de ouvir um monte de pitas histéricas...
Uma das minhas favoritas:
 
Maga PatoLógica
P.S.: Adivinhem qual o clube pelo qual torce (e também foi coincidência, não foi por gostar de dragões).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ciclovias

As ciclovias, em Portugal, são para andar a pé, conversar com o amigo, passear com os carrinhos de bébé e ai do ciclista que se mostrar arreliado. Ah, já me estava a esquecer,  também servem para estacionamento.


Hermenegilda Forquilha

Muse

Não sei se já tinha dito. Não falo com meninas que vão ver os Musos.

Agora vou ali chorar para um canto.
 
Hermenegilda Forquilha